Dois anos antes de começar a 2º versão da guerra do Iraque já havia alguém atento, que alertava para a realidade que provavelmente surgiria. Jello was right... once again.
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segunda-feira, 7 de abril de 2008
Relembrando...
Publicada por
Erdna O Herege
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4/07/2008
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Etiquetas: EUA, Guerra, Iraque, Jello Biafra
Pensando alto...
Em 5 anos de guerra, quantas vidas terão abandonado este mundo? Quantas outras ficaram como prova da barbárie humana? Sangue, suor e lágrimas... para quê?
Publicada por
Erdna O Herege
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4/07/2008
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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Falando em programas nucleares e em bêbados...
Parece que George W. Bush (sim, aquele ex-governador do estado do Texas com problemas de alcoolismo) está preocupado com uma possível 3º guerra mundial. Numa conferência presidencial na Casa Branca, George alerta a comunidade internacional para o perigo proveniente do programa nuclear da Republica Islâmica do Irão.
Confesso que sempre achei que este George tinha jeito para a coisa... (para as piadas, claro). De certo que ganhou este dom particular de dizer piadas nos dias em que estava alcoolizado quase 24 horas por dia.
Mas o George esquecesse que já não está no dias em que o seu emprego era ser cowboy embriagado. Agora em vez de fazer papel de bêbado, tem que fazer é de palhaço... (acho até que ele consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo e bem... é um virtuoso este homem!), já que o cargo de presidente dos EUA não é nada mais que isso.
Ora bem, o caro George podia era fazer o seguinte num dos seus dias de folga (sim, os palhaços também precisam de folgas): se não quer que hajam países com armas nucleares, podia dar o exemplo e mandava desmantelar todas as armas nucleares dos EUA... (Ah, e já agora as dos companheiros israelitas também... como se fosse um bónus) Isso sim seria uma ideia de génio... com sabor especial por vir de um palhaço ébrio.
Mas o George esquecesse que já não está no dias em que o seu emprego era ser cowboy embriagado. Agora em vez de fazer papel de bêbado, tem que fazer é de palhaço... (acho até que ele consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo e bem... é um virtuoso este homem!), já que o cargo de presidente dos EUA não é nada mais que isso.
Ora bem, o caro George podia era fazer o seguinte num dos seus dias de folga (sim, os palhaços também precisam de folgas): se não quer que hajam países com armas nucleares, podia dar o exemplo e mandava desmantelar todas as armas nucleares dos EUA... (Ah, e já agora as dos companheiros israelitas também... como se fosse um bónus) Isso sim seria uma ideia de génio... com sabor especial por vir de um palhaço ébrio.
Publicada por
Erdna O Herege
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10/19/2007
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Etiquetas: Armas Nucleares, Bush, Guerra, Irão
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Falando em guerra...
Se há momentos em que o Homem toma lugar, assumindo o papel principal, criador de algo terrível, é sem dúvida quando desencadeia a guerra. Eu divido a história da guerra, cronologicamente falando, em duas fases: guerra antes da pólvora e guerra depois da pólvora. Como já aqui referi num post anterior: de todas as más descobertas do Homem, a pólvora toma o primeiro lugar. Repugna-me, como o Homem é capaz de se maravilhar com tal pérfida criação, juntando igualmente, as armas-de-fogo, as bombas, os misseis, et cetera. Não aceito como se consegue matar sem se olhar nos olhos do inimigo... (Haverá maneira mais cobarde de matar?) Sempre considerei a guerra dos antigos muito mais nobre. A guerra era ganha pela força que empunhava a espada, pela coragem que fazia os homens avançarem com os gumes em riste, pela vontade de mudar algo pelas próprias mãos... ao contrário do simples premir do gatilho.
Esta introdução vem ao encontro de uma noticia que li na minha habitual 'viagem' online pelo semanário Sol, que aqui vos dou conta.
Segundo o Sol, o Reino Unido começa a preocupar-se com a saúde mental das suas tropas. Agora no começo da retirada das forças britânicas do Iraque, "o pessoal médico já iniciou o processo de tratamento dos soldados, tanto físicos como mentais". Parte destes soldados estão em serviço já à dez anos, seis a quando da invasão do Afeganistão e queda do regime Taliban e outros quatro de invasão do Iraque e queda do regime de Saddam Hussein.
Esta medida do governo britânico foi tomada após "críticas de famílias de soldados e organizações de veteranos", pois consideram "que o Reino Unido não está a tomar as medidas necessárias". O governo britânico já tomou providências: "Uma das medidas foi o aumento do valor pago a soldados gravemente feridos em ataques (570 mil dólares.)"... (Quanto custará uma perna nova? Ou um braço? Ou até dois? E a falta de um olho?)
Outra medida do governo britânico foi o aumento da "verba concedida à Combat Stress, uma entidade beneficente que ajuda os veteranos que sofrem de problemas mentais graves causados pela guerra". Esta organização data do pós Primeira Grande Guerra e foi criada para ajudar veteranos de guerra que ficaram com patologias psíquicas devido ao estarem inseridos num cenário de guerra. A Combat Stress conta com "8 mil pacientes registrados, incluindo veteranos da Segunda Guerra Mundial, Guerra das Malvinas, Guerra do Golfo, dos Bálcãs e, agora, Iraque e Afeganistão".
Lembrei-me do 'Full Metal Jacket' (do mestre Stanley Kubrick) ao ler esta notícia. Todos falam dos traumas dos veteranos de guerra, dos problemas dos soldados após terem ido para combate... mas todos se esquecem e ninguém fala do primeiro trauma que um soldado sofre: a recruta. Quando se transforma um ser humano numa máquina de matar, é natural que nada acabe bem, que nada fique como outrora. A mudança de carácter a que são sujeitos, a tortura psicológica e física que sofrem, o serem reduzidos ao estatuto de cães obedientes, é, sem dúvida, de uma crueldade atroz. Os soldados já vão sem saúde para a guerra, portanto é natural que não saiam bem dela.
Mas isto aos senhores das guerras não interessa nada...
Esta introdução vem ao encontro de uma noticia que li na minha habitual 'viagem' online pelo semanário Sol, que aqui vos dou conta.
Segundo o Sol, o Reino Unido começa a preocupar-se com a saúde mental das suas tropas. Agora no começo da retirada das forças britânicas do Iraque, "o pessoal médico já iniciou o processo de tratamento dos soldados, tanto físicos como mentais". Parte destes soldados estão em serviço já à dez anos, seis a quando da invasão do Afeganistão e queda do regime Taliban e outros quatro de invasão do Iraque e queda do regime de Saddam Hussein.
Esta medida do governo britânico foi tomada após "críticas de famílias de soldados e organizações de veteranos", pois consideram "que o Reino Unido não está a tomar as medidas necessárias". O governo britânico já tomou providências: "Uma das medidas foi o aumento do valor pago a soldados gravemente feridos em ataques (570 mil dólares.)"... (Quanto custará uma perna nova? Ou um braço? Ou até dois? E a falta de um olho?)
Outra medida do governo britânico foi o aumento da "verba concedida à Combat Stress, uma entidade beneficente que ajuda os veteranos que sofrem de problemas mentais graves causados pela guerra". Esta organização data do pós Primeira Grande Guerra e foi criada para ajudar veteranos de guerra que ficaram com patologias psíquicas devido ao estarem inseridos num cenário de guerra. A Combat Stress conta com "8 mil pacientes registrados, incluindo veteranos da Segunda Guerra Mundial, Guerra das Malvinas, Guerra do Golfo, dos Bálcãs e, agora, Iraque e Afeganistão".
Lembrei-me do 'Full Metal Jacket' (do mestre Stanley Kubrick) ao ler esta notícia. Todos falam dos traumas dos veteranos de guerra, dos problemas dos soldados após terem ido para combate... mas todos se esquecem e ninguém fala do primeiro trauma que um soldado sofre: a recruta. Quando se transforma um ser humano numa máquina de matar, é natural que nada acabe bem, que nada fique como outrora. A mudança de carácter a que são sujeitos, a tortura psicológica e física que sofrem, o serem reduzidos ao estatuto de cães obedientes, é, sem dúvida, de uma crueldade atroz. Os soldados já vão sem saúde para a guerra, portanto é natural que não saiam bem dela.
Mas isto aos senhores das guerras não interessa nada...
Publicada por
Erdna O Herege
à(s)
10/15/2007
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Etiquetas: Belicismo, Full Metal Jacket, Guerra, Reino Unido, Stanley Kubrick
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